Julgar ou não? O que diz a Palavra de Deus e não os “ungidos”.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

“julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de forma de mal – 1 Tessalonicenses 5:21 – 22”
Quando ousamos apontar o erro à luz das Escrituras em instituições religiosas ou em ministérios individuais, podemos comumente esperar receber várias mensagens de leitores nos acusando de "julgar". Visto que esse é o caso, estamos violando a recomendação do Senhor quando criticamos outros cristãos?
Devemos responder dizendo que muitos do povo de Deus interpretam mal esse verso e, como conseqüência, chegam a adotar a posição extrema da tolerância, não ensinada na Palavra de Deus! Em primeiro lugar e antes de tudo, devemos ser um povo de discernimento espiritual e exercer grande cautela em aceitar como genuínos aqueles que afirmam serem nossos irmãos porque a Bíblia claramente ensina que "… estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." [Mateus 7:14]. Ela também nos ensina que Satanás está ocupado "plantando joio no meio do trigo" — enchendo igrejas de descrentes. Portanto é de suma importância que não estejamos no grupo ao qual o lendário empresário circense P. T. Barnum certa vez se referiu dizendo: "Nasce um novo otário a cada minuto!" O Diabo não poderia estar mais satisfeito quando crentes bem-intencionados baixam a guarda e dão as boas-vindas a qualquer um e recebem a todos na igreja. Ele também fica gratificado quando essas mesmas pessoas ficam extremamente irritadas com os pastores que chamam a atenção das macieiras que estão produzindo limões. Vejamos em Mateus 7.15-20 a base para essa analogia:
"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos de ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos frutos os conhecereis." (ênfase adicionada)
Exercer discernimento espiritual é exercer julgamento. Uma das definições do dicionário de julgar é "formar opinião ou juízo crítico sobre; avaliar". Uma definição paralela de julgamento é "capacidade de tomar uma decisão ou formar uma opinião por discernimento e avaliação". Esse é o sentido de julgar, ou julgamento, que devemos ter o cuidado de manter, pois o Diabo está fazendo tudo em seu considerável poder para nos enganar por meio dos falsos "irmãos".
A orientação do Senhor para "não julgar" em Mateus 7:1 usa a palavra grega krino, cujo significado — de acordo com o Expository Dictionary of New Testament Words, de W. E. Vine — é: "primeiro indica separar, selecionar, escolher; portanto, determinar e então julgar, pronunciar julgamento". (ênfase minha). Em outras palavras a advertência é para nós não nos postarmos como juízes e pronunciar sentença contra uma pessoa — e condená-la — particularmente se estamos usando a nós mesmos como padrão. Isso não significa, entretanto, que devemos deixar de observar os outros e formar opiniões sobre a validade de sua profissão de fé. Isso não significa que os pastores devam deixar de advertir seu rebanho sobre o erro doutrinário nos ministérios dos outros pastores. Uma das maiores mentiras do Diabo é que a unidade deve ser preservada por meio da abolição de toda a crítica.
Em 1 Coríntios 5, encontramos o que o apóstolo Paulo ensinou aos crentes de Corinto sobre julgar indivíduos dentro da igreja. A base dessa passagem em particular envolve um homem que era membro da igreja, mas que estava vivendo em imoralidade aberta com "a mulher de seu pai" (verso 1). Aparentemente, a mulher era a madrasta do homem e, por causa de sua posição elevada na comunidade, esse pecado flagrante estava sendo relevado. Quando isso foi trazido ao conhecimento de Paulo, ele não mediu palavras para condenar a imoralidade e exigiu que a liderança da igreja entregasse o homem "a Satanás para a destruição da carne" (verso 5). Em outras palavras, a excomunhão — a remoção dos privilégios de membro e expulsão da assembléia — foi fortemente recomendada por Paulo. Isso significava punir o homem, colocando-o fora da proteção espiritual da igreja local e, como efeito, relegando-o de volta ao domínio de Satanás — onde sua carne (natureza carnal) ficaria debaixo de ataque demoníaco. Tudo isso foi feito com a esperança de que o homem procurasse arrependimento, perdão de Deus e restauração da comunhão com os outros irmãos. Essa história teve um final feliz, pois foi exatamente isso que o homem fez após ser disciplinado. No entanto, o ponto principal que não devemos perder encontra-se nas solenes palavras de Paulo nos versos de 11 a 13, onde exorta literalmente aos irmãos a exercerem julgamento espiritual nessa questão:
"Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo."
Outra interessante passagem encontra-se em 2 Tessalonicenses 3, onde parece que falsos mestres tinham convencido alguns dos crentes em Tessalônica que o Senhor estava para voltar em certa data. Assim, eles deixaram seus empregos, venderam suas posses, e estavam ansiosamente esperando o retorno de Cristo. Mas, enquanto esperavam, tinham de viver da generosidade de outros irmãos e, entre outras coisas, eram culpados de vadiagem e de "meter o nariz" nos negócios alheios. Para corrigir o problema, as palavras de Paulo nos versos 6, 14 e 15 uma vez mais encorajam julgamento apropriado:
"Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu… Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. Todavia não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão."
"Examinai tudo. Retende o bem."
O discernimento espiritual deve servir como nossa "antena de radar" e ser exercido em todas as coisas em nossa vida diária a fim de evitar que sejamos enganados pelo Diabo. Insistimos no tema da enganação por que a Palavra de Deus insta a fazer isso! Entenda que só por que alguém usa a terminologia do cristianismo e vai à igreja toda vez que as portas estão abertas — ou está de pé no púlpito quando você entra — não quer dizer necessariamente que é um crente em Cristo e nascido de novo. Ouça o testemunho interior do Espírito Santo no tocante àqueles que afirmam o título de "cristão" e se sua antena espiritual começar a vibrar, preste atenção nisso. Deus conhece seus corações e sabe se eles pertencem ou não a Ele (João 10.27). Observe-os bem e, se suas ações não se encaixam em sua profissão de fé, evite-os.
Os pastores são exortados em 2 Timóteo 4.2 a redarguir, repreender e exortar "com toda a longanimidade e doutrina". A palavra grega traduzida como "redarguir" é freqüentemente usada no sentido de "expor" e encontramos isso refletido em Efésios 5:11,13:
"E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as… Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta."
Apontar o erro doutrinário é uma parte essencial do ministério de qualquer pastor genuíno e deve ser feito para o benefício do povo de Deus. Então, quando acharmos necessário criticar as táticas e os ensinos dos outros, isso deve ser feito usando a Palavra de Deus como padrão e não as nossas próprias idéias. Quando se demonstra que alguém está em erro, a piedade e a popularidade reconhecidas dessa pessoa não devem ofuscar ou sobrepujar os fatos. Errado é errado, por maior que seja a reputação.
Julgar não é errado, quando é o exercício do discernimento espiritual. Que Deus nos conceda muito mais desse discernimento!
Não julgueis para não serdes julgados.
É pecado julgar? Em qual contexto isso é dito? É preciso observar o contexto, senão acaba sendo tolerância com o pecado.
Jesus disse: "Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mateus 7:1). Este versículo é citado por muitas pessoas para condenar qualquer pessoa que critica as doutrinas ou práticas religiosas de outros. Ironicamente, as pessoas que assim usam o texto não percebem que estão julgando a outra pessoa culpada de desobedecer esta proibição! É pecado julgar? Como é que devemos entender essas palavras de Jesus?
Jesus condena o julgamento hipócrita. Ele emprega uma imagem engraçada para ilustrar o ponto. Uma pessoa está sofrendo por causa de um cisco no olho, quando vem a outra oferecendo tirá-lo. Só que a outra, o juiz hipócrita, tem uma viga no olho dela! Jesus disse que temos que tirar nossas próprias vigas antes de remover os ciscos dos outros. Não devemos condenar os probleminhas dos outros quando praticamos pecados mais graves.
Jesus condena a atitude negativa do censor. Algumas pessoas vivem para criticar, sempre procurando e destacando as falhas dos outros. Tais pessoas convidam outros a ser críticos, também. Quando condenamos as pequenas falhas de outros, eles terão motivo para nos condenar (considere o exemplo do servo que não perdoou o outro, Mateus 18:23-35).
Jesus não condena a avaliação dos outros. Mateus 7 mostra claramente que Jesus não está condenando a avaliação dos outros. Temos que discernir entre o certo e o errado, e entre as pessoas que praticam as coisas de Deus e as que andam no erro. No versículo 6, Jesus exige o julgamento de pessoas que ouvem o evangelho, e a rejeição dos "porcos" e "cães". Do versículo 15 ao 20, ele ensina sobre o julgamento de professores pelos frutos (veja Mateus 16:6,11-12).
Paulo exige o julgamento. Não é o bastante dizer que o servo de Cristo pode julgar. O discípulo de Jesus é obrigado a julgar! Às vezes, alguém na igreja terá que julgar outros irmãos para resolver problemas (1 Coríntios 6:1-5). Em geral, todos nós temos que julgar todas as coisas, retendo o bem e rejeitando o mal (1 Tessalonicenses 5:21-22). Para discernir entre essas coisas, é necessário crescer espiritualmente (Hebreus 5:12-14). As pessoas incapazes de julgar continuam como crianças, como pessoas carnais (1 Coríntios 3:1).
O propósito do julgamento que Deus exige de nós não é para condenar ninguém ao castigo, mas para evitar o pecado e ajudar outros, também, ficarem livres do mal.
Se julgo, julgo com minha própria consciência moral, esta minha consciência moral é formada a partir de valores que foram imputados desde minha infância, isto é, meu julgamento é formado a partir do momento em que a percepção que possuo da atitude de quem julgo está aquém dos valores morais que recebi em meu ambiente familiar, ou em valores recebidos por meio de ensinos pedagógicos, ou em valores morais que a própria religião me ensinou a viver e, sobre acima de tudo isto está a idéia de que cada um dos meios de valores que possuo são influenciados pela sociedade da qual faço parte.
É nesse sentido que Jesus advertiu que não devemos julgar, a partir de nossa medida, a partir de nossos valores ou de nossa consciência, mas devemos julgar com equidade, a partir do que a bíblia diz. Pelo fruto conhecereis.
É pelos frutos, que deverão ser julgados se estão alinhados com o que diz a Palavra de Deus. Nossa própria consciência moral é baseada em valores que criamos ou imputados, e todos eles frutos de pensamentos humanos. Como poderia julgar alguém baseado em valores que são propriamente meus, sendo eu tão humano quanto a quem julgo? Meu julgamento torna-se portanto, um julgamento injusto, pois baseio-me em meus próprios valores morais, que julgo estarem de acordo com uma verdade que eu acredito a Verdade. Veja que este julgamento é um julgamento de Humano x Humano. É exatamente o que Jesus diz: “Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?” (Mateus 7.3), o Senhor Jesus nesta passagem não deixa de reconhecer a realidade do julgamento realizado “há um argueiro no olho do irmão”, mas ele primeiro nos ensina a reparar na “trave” que estão no nosso próprio olho. E segue ensinado: “Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.
Face a isto concluo que não posso a ninguém julgar sem que tenha valores maiores dos que possuo em minha consciência moral, para que não seja pego julgando algo que eu mesmo não pratico!
Ara alguém falar de mim, ou julgar-me em algo, tem que ser pelo fazer pelo menos 1º do que eu faço, aí sim poderá me julgar.
Jesus estava utilizando direcionando parte do Sermão da Montanha para condenar a atitude dos fariseus que julgavam segundo seus conceitos “mal-interpretados” da lei. Quando julgamos baseados em nossa própria consciência moral formada por valores familiares, educativos ou sociais, estamos julgando com base em valores que na maioria dos casos sempre falhamos em cumprir e se não cumprimos e ainda assim exercemos justiça nossa justiça não passa de um legalismo vaidoso que nos faz merecedores do título utilizado por Jesus no versículo 5: “Hipócrita”.
JULGUEIS COM EQUIDADE
Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim? Jeremias 5:30-31
Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça. João 7:24
Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida! Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade? I Coríntios 6:2-5
Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti -lhe face a face, porque se tornara repreensível. Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar -se, temendo os da circuncisão. E também os demais judeus dissimularam com ele, a ponto de o próprio Barnabé ter-se deixado levar pela dissimulação deles. Quando, porém, vi que não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho, disse a Cefas, na presença de todos: se, sendo tu judeu, vives como gentio e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus? Gálatas 2:11-14
Em terceiro lugar está a turma do "deixa disso" alegando que toda crítica é perniciosa e causa divisões no corpo de Cristo. "temos que manter a unidade a qualquer custo".
que muito desta ignorância é alimentada pelos próprios indivíduos que gostam de se intitular "Pastores, Reverendos, Mestres, Doutores, Bispos" e, ultimamente, "Apóstolos". Em vez de ensinarem o que a Bíblia diz acerca da responsabilidade cristã de julgar preferem alimentar a ignorância do povo.
Este ato, o de alimentar a ignorância, visa à auto defesa que procura colocar estes indivíduos acima e fora do alcance de qualquer admoestação, censura ou repreensão. E infelizmente, para complicar ainda mais a situação, os crentes em geral se submetem a este tipo de abuso espiritual, fazendo-o, a grande maioria, de boa vontade. Este problema, a associação daqueles que têm a responsabilidade de guiar com aqueles que são guiados, para perverter a Palavra de Deus, não é novo.
O Profeta Jeremias diz o seguinte: "Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim? – ver Jeremias 5:30 – 31". Para entendermos de forma mais precisa estas palavras de Jeremias é necessário compreendermos o contexto em que elas foram ditas. A semelhança com os nossos dias, é inescapável
NÃO TOQUEIS NOS MEUS UNGIDOS
Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho; tu que estás entronizado acima dos querubins, mostra o teu esplendor. Salmos 80:1
dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas. Salmos 105:15
Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas?
Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim, se espalharam, por não haver pastor, e se tornaram pasto para todas as feras do campo.
6 As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque. Ezequiel 34:1-6
Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. Mateus 9:36
presenciar um pastor, presbítero, missionário, evangelista, apóstolo, profeta ou algo que o valha, subir ao púlpito de uma comunidade qualquer e mandar ver um sermão acerca de “não toqueis nos meus ungidos”.
Junto com o sermão, bastante impróprio, diga-se de passagem, vem um besteirol que beira realmente às raias do ridículo. Estes sermões são todos motivados pelo conceito errado e realmente perverso de que aqueles que servem ao Senhor nas funções de pastor, presbítero, missionário, evangelista, apóstolo ou profeta etc, são realmente “servos especiais” que pertencem a uma categoria que é distinta de todos os outros crentes.
Como “servos especiais”, estas pessoas, pois existem homens e mulheres nesta categoria, imaginam que estão acima de qualquer tipo de crítica e que podem mandar e desmandar na Igreja do Senhor, porque, segundo eles mesmos, o Senhor lhes concedeu poder e autoridade “especiais”. Por este motivo todo e qualquer criticismo, não importa a intenção, será confrontado vigorosamente através de vários mecanismos entre os quais se encontra o famigerado sermão acerca de “não toqueis nos meus ungidos.
No Novo Testamento, o próprio Senhor Jesus tomou uma boa porção do Seu ministério para denunciar e confrontar aqueles que abusam espiritualmente de outras pessoas.
IMUNIDADE PASTORAL = IMUNIDADE POLITICA
No Novo Testamento, o próprio Senhor Jesus tomou uma boa porção do Seu ministério para denunciar e confrontar aqueles que abusam espiritualmente de outras pessoas.
Pastores, como líderes, gostam de pensar de si mesmo como pessoas diferenciadas, acima das outras pessoas. Gostam de se ver como sendo “especiais”, como super-crentes. Apesar de gostarem de se ver desta maneira, Deus não está nem por um segundo interessado em participar no jogo deles. Suas palavras são de condenação absoluta desde o começo: “Ai dos pastores de Israel” .
Aqueles homens achavam que as posições que ocupavam eram tão dignificadas que os tornavam, automaticamente, isentos e imunes a toda e qualquer forma de crítica. Não entendiam que as posições que ocupavam, bem como as funções que executavam, realmente, não os isentavam de ter que admitir seus erros, de ter que confessar seus pecados e de sofrer as graves conseqüências dos juízos de Deus, caso não se arrependessem.
Os que assim procedem, devem ter confundido imunidade parlamentar, com imunidade pastoral. Isso é coisa da política brasileira e não tem nada a ver com a Bíblia.
Esta palavra realmente dura da parte do Senhor é motivada pelo fato de que os pastores não são “donos” do rebanho de Deus e por este motivo não podem tratar o rebanho de Deus de qualquer maneira e muito menos de maneiras que sejam abusivas.
Pastores, como diz o apóstolo Pedro, não passam de cooperadores submetidos ao Senhor Jesus que é chamado de Supremo pastor – ver 1 Pedro 5:4. O motivo porque o Senhor usa tão duras palavras foi expresso de forma perfeita pelo profeta Jeremias quando diz: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! — diz o SENHOR – Jeremias 23:1.
Como são os “ungidos do Senhor” estão muito acima até mesmo da possibilidade de cometerem o menor pecado. Afinal eles ensinam, que pastores, não cometem erros nem pecados e não precisam nunca pedir perdão. E quando apertados, costumam sacar, sem a menor cerimônia, seu texto favorito que diz: Não toqueis nos meus ungidos! São realmente patéticos nestas horas.
A expressão “ungido do Senhor” é bíblica e ocorre exatas oito vezes no texto hebraico do Antigo Testamento. Seis destas oito menções fazem referência ao rei Saul. Uma faz referência ao Rei Davi e uma diz respeito ao Ungido do Senhor como aguardado pelo profeta Jeremias. As menções aos reis Saul e Davi, deixam bem claro que os ungidos do Senhor não eram homens imunes nem a erros, nem a críticas e muito menos à disciplina por parte do Senhor.
A expressão “teu ungido” é também bíblica e ocorre seis vezes no texto hebraico do Antigo Testamento. Destas seis, uma diz respeito ao rei Davi e todas as outras ao Ungido como esperado pelo povo de Israel. Novamente a referência ao rei Davi é um claro indicativo que o “ungido do Senhor” era alguém passível de cometer erros, de sofrer críticas e, no caso específico de Davi, de sofrer graves conseqüências por pecados cometidos.
A expressão “meu ungido”, da mesma forma que as duas anteriores, é bíblica e ocorre duas vezes no texto hebraico do antigo testamento. As duas referências dizem respeito ao Messias ou Ungido como esperado pelo povo de Israel.
Por sua vez, a expressão “seu ungido”, ocorre onze vezes no texto hebraico do Antigo Testamento e uma única vez no texto grego do Novo Testamento. Estas onze referências estão assim distribuídas:
  • 5 vezes fazem referência ao Ungido como o esperado Messias de Israel.
  • 3 vezes fazem menção a Saul.
  • 1 vez diz respeito à Eliabe, irmão de Davi.
  • 2 vezes a citação é referente ao rei Davi.
  • 1 vez ao imperador dos Medos, Ciro.
Desta maneira fica fácil notar que quando não se refere ao Ungido que representa o Senhor Jesus, os textos falam de homens que foram tão pecadores como qualquer um de nós. A unção para ser rei sobre o povo de Israel, conferida a Saul e a Davi, não era nenhuma garantia de que aqueles homens estavam imunes do poder do pecado, ou que não poderiam ser criticados e que estariam completamente isentos da disciplina de Deus.
Por fim restam as duas referências que trazem de forma explícita a expressão “não toqueis nos meus ungidos”. Estas referências são:
• 1 Crônicas 16:22 dizendo:
Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
• Salmos 105:15 dizendo:
Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
Antes de analisarmos estes versículos é necessário dizer que os mesmos são idênticos e isto por um bom motivo. O verso de 1 Crônicas é parte de uma compilação de Salmos que se estende do verso 7 até o verso 36 do capítulo 16 de 1 Crônicas.
Esta compilação contém partes dos salmos 96, 105 e 106.
Conforme dissemos, os dois versículos são idênticos, portanto, a interpretação de um servirá como interpretação para o outro também. A questão mais importante para nós, neste momento, é definir acerca de quem o salmista está falando? Quem são os ungidos do Senhor?
O contexto deixa isto bem claro, e por ele nós podemos ter certeza absoluta quem são as pessoas a quem o Senhor se refere como sendo os “ungidos do Senhor” e de “meus profetas”. Salmos 105:8 – 15 diz o seguinte 8 Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações;
9 a aliança que fez com Abraão e do juramento que fez a Isaque;
10 o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel por aliança perpétua,
11 dizendo: Dar-te-ei a terra de Canaã como quinhão da vossa herança.
12 Então, eram eles em pequeno número, pouquíssimos e forasteiros nela;
13 andavam de nação em nação, de um reino para outro reino.
14 A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis,
15 dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.
O texto é absolutamente cristalino. Aqueles que são chamados de “ungidos do Senhor” e de “meus profetas” são os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. São os Israelitas. Todos e cada um deles. Ninguém que pertença verdadeiramente ao povo de Israel é deixado de fora.
Portanto, como dissemos, o mito de que os pastores constituem-se em os “ungidos do Senhor”, como uma casta distinta e superior a todos os crentes, não passa realmente de uma invencionice perversa cujo único propósito é munir homens perversos com mecanismos que os possibilitem abusar de suas ovelhas.
Precisamos retornar, de maneira urgente, ao padrão bíblico do pastor-servo à imitação do próprio Senhor Jesus.
O Novo Testamento ensina exatamente a mesma coisa que é ensinada no Antigo Testamento. Todos os que pertencem ao Povo de Deus foram ungidos pelo próprio Deus. Todos os crentes verdadeiros, sem exceção recebem uma e rigorosamente a mesma unção.
Não existem cristãos mais ungidos que outros cristãos. E, definitivamente, não existem “ministérios ungidos”
O texto de 2 Coríntios 1:21 – 22 diz:
“Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração” .
Estes dois versos ensinam claramente que só existe uma unção e que todos os cristãos são participantes desta unção, pois o repartir da mesma é um ato do próprio Deus.
Quando Paulo diz que Deus nos ungiu, ele está dizendo que todos nós que somos genuinamente cristãos, fomos ungidos diretamente pelo próprio Deus.
Nas tradições judaicas era costumeiro a unção de reis, profetas e sacerdotes quando do início do exercício das suas funções. Isto pode ser observado em Êxodos 28:41 e 40:15 com relação aos sacerdotes; em 1 Reis 9:16 e Isaías 61:1 com relação aos profetas e em 1 Samuel 10:1;15:1; 2 Samuel 2:4 e 1 Reis 1:34 com relação aos reis de Israel. A palavra “ungido” é também usada para se referir, de modo todo especial, ao Senhor Jesus que é chamado de: Ungido (português) = Cristo (grego) = Messias (hebraico).
Jesus é o ungido por excelência de Deus já que Ele possui um triplo serviço como Rei, Profeta e Sacerdote. A expressão ungido também é usada para se referir a todos os crentes e indica que os mesmos são consagrados ou separados para o serviço de Deus pelo Espírito Santo. É por causa desta separação ou consagração, que somos chamados e considerados santos por Deus. O apóstolo João disse em 1 João 2:20
E vós possuis unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento”.
A conseqüência desta unção na vida de todos os cristão pode ser vista em alguns versículos mais adiante, no mesmo texto, quando João diz:
“Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou. Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda. Se sabeis que ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele. – 1 João 2:27 – 29”.
Assim temos que existe somente uma unção, que todos os crentes receberam esta mesma unção e que Deus mesmo é aquele que nos unge. Não devemos, portanto, ter medo de desmascarar a qualquer um que pretenda ser possuidor de algum tipo especial de unção. Unção especial só existe uma: é aquela com Deus mesmo ungiu a todos os crentes, sem exceção! Qualquer outra invencionice não passa de pretensão e orgulho humano querendo aparecer
Pastores abusadores são todos aqueles que acham que os termos usados no Novo Testamento para descrevê-los, termos como pastores, presbíteros e bispos, são realmente títulos e indicadores de posição. Nas suas pequeninas cabeças imaginam que os “títulos” que possuem os habilitam a dominar, governar e até reinar sobre o povo de Deus.
O chamado não é para dominar mas para apascentar.
Como pode ser facilmente percebido as três palavras, pastor, presbítero e bispo, são meras descritoras das funções que precisam ser executadas e não fazem nenhuma referência a algum tipo de hierarquia que deva existir na Igreja dos Ungidos do Senhor! Os termos que o Novo Testamento usa de pastor, presbítero e bispo não descrevem ofícios e sim as funções que precisam ser desempenhadas por aqueles chamados para cuidar do povo de Deus.
Precisamos, urgentemente, pedir que Deus suscite uma nova geração de pastores que possuam genuínos corações de servos. Corações que estejam realmente no servir o povo de Deus e não em serem servidos.
E, por favor, vamos aprender de uma vez por todas, que igrejas e ministérios multimilionários, não servem realmente aos propósitos de Deus de levar o evangelho a todas as pessoas deste mundo.
Você precisa estar disposto a obedecer ao Senhor e a ignorar aqueles que, usando o nome do Senhor, desejam somente escravizá-lo. Lembre-se, em todos os lugares onde o Espírito do Senhor está existe verdadeira liberdade – ver 2 Coríntios 3:17. Qualquer outra situação não passa de engodo para manter as pessoas cativas.
Essas questões não devem ser entendidas como rebeldia. Pois a cadeia de autoridade dentro da igreja continua efetiva biblicamente falando, mas este texto é para os pastores profissionais, que trabalham que o marketing e não com a Palavra.
Lembre-se também, que na grande maioria das vezes, pastores abusadores e seus seguidores, agem de maneira completamente irracional. Agem como verdadeiros pit-bulls, atacando sem nenhuma justificativa plausível. Uma das maneiras mais comuns deste tipo de irracionalidade é tratar as pessoas como se elas não existissem. Ai! Como dói um irmão de muitos anos, de repente, virar o rosto e fingir que você não existe! Isto é o que eu chamo de atitude irracional.
Bem, deixe-me dizer isto bem alto: NÓS NÃO TEMOS NENHUMA OBRIGAÇÃO DE NOS RELACIONAR COM PESSOAS IRRACIONAIS! Portanto, não se acanhe, tome uma decisão definitiva, de banir de sua vida, de uma vez por todas, estas pessoas que te tratam desta maneira
Este texto é somente para os maus pastores, aqueles que tosquiam e abusam não de suas ovelhas, porque não as têm, mas abusam das ovelhas de outros apriscos.
Que sejamos como o Senhor Jesus recomendou:
Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor. Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda – Mateus 20:20 – 21.
O pedido de Tiago e João visava satisfazer a uma das necessidades mais básicas que existem em todos os seres humanos que é ter autoridade sobre outros que são seus iguais! Este é um sério problema dos seres humanos: o desejo de quererem ser “mais” iguais que os outros.
É óbvio que os outros discípulos, sendo também humanos, não aplaudiram o pedido feito por Tiago e João. E por que não? Porque cada um dos outros dez discípulos desejava ocupar, ele mesmo, um daqueles lugares à direita e à esquerda do Senhor Jesus, no Seu reino glorioso.
De fato o texto bíblico diz que os dez ficaram indignados com os dois irmãos – ver Mateus 20:24. O Senhor Jesus tratou com bastante firmeza aquela situação, procurando mostrar aos discípulos que as regras que deveriam existir entre eles eram diversas das regras que existiam entre as pessoas que não são discípulos de Jesus. Ele disse:
Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos. Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos – Mateus 20:24 – 28
Fonte
Denis Allan.
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p187.asp
Leonardo Martins – Julgamento e tolerância.
pr. Alex M. Petrakius – Abuso de autoridade
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1 Distante do Trono e misturado no Caldeirão

sábado, 7 de janeiro de 2012


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"Desta vez, temos o sagrado e o profano, a babel das religiões, passando pelo funk carioca, o axé da Bahia e as atrações evangélicas".
Essa frase foi proferida pelo apresentador Luciano Huck no programa "Caldeirão do Huck" do último sábado (31/12/2011), que contou com a saudosa participação do grupo "Diante do Trono".

Quando o apresentador chamou o grupo pra se apresentar disse à Ana Paula Valadão: "Há tempos que eu tava ensaiando pra ter essas grandes atrações gospel aqui (...)", e depois: "Eu queria dizer que o Caldeirão é palco pra todas as crenças, credos, cores, ritmos.. Isso aí é uma mistura de religiões, mistura de ideais, quer dizer, na minha casa já é assim. Eu sou judeu, minha mulher é católica, minha sogra é evangélica, então é uma mistureba já em casa.."

Diante disso, a pastora (...) respondeu:

"Acho que o legal é você refletir o que o Brasil é, tem espaço pra todo mundo. Muito obrigada!!"

Se você duvida do que eu disse, basta confirmar vendo o vídeo abaixo (se tiver paciência).. E se isso não te incomoda porque você acha que "importante é que o evangelho está sendo pregado", leia o artigo para eu te mostrar o que ME incomoda.

Antes de continuar, eu preciso esclarecer que gosto de algumas das músicas antigas desse grupo, mas que não consigo assistir nem os primeiros 30 segundos desse vídeo sem ficar enojado.. Tanto pelo jeito da moça aí que me irrita (questão de gosto) como pela postura ridícula que o grupo assumiu abertamente.. Também nem ouvi ou vi a música porque não gosto desse estilo musical, então nem posso comentar sobre como foi a reação das pessoas durante a música.

Enfim, quero falar um pouco sobre o comportamento de omissão velada que a pastora (...) e sua trupe tem demonstrado.

Eu poderia citar os ensinos hereges que essa igreja tem disseminado, relembrar do episódio no qual a pastora (...) engatinhou como um leãozinho ou quando caiu ao ser tocada por um "pastor super-poderoso" finlandês, mas não adianta mais bater na mesma tecla, já que uns já estão mais que conscientes sobre isso e condenam, e outros preferem continuar voluntariamente cegos e omissos em relação à Verdade do evangelho.. Sendo assim, quero falar mais especificamente sobre o que tem ocorrido nos últimos meses.

Semanas atrás houve o tão famigerado "Festival Promessas", que gerou uma grande discussão no meio cristão por ter muitos defensores e muitos opositores (como eu). Nesse Festival cheio de idéias alheias ao que a bíblia ensina (como um "troféu" em forma de "Arca da Aliança"), uma galera dentre os "astros go$pel" participou usando o argumento de divulgarem o evangelho pra uma renca de gente, mas quem não é tonto (e nem se esforça pra ser) percebeu que era tão somente uma chance de divulgar o trabalho deles de forma massiva.

É interessante observar que alguns (não sei se todos) eram funcionários da "Som Livre" (que pertence à Globo), então o festival (que inclusive de forma anticonstitucional teve apoio financeiro da prefeitura do Rio de Janeiro) foi a solução ideal para que os "astros go$pel" divulgassem seus trabalhos e ao mesmo tempo a Globo aproveitava para investir nesse mercado que tem arrecadado bilhões de reais anualmente.. Um plano muito eficiente!!

Foi engraçado ver que das 200.000 pessoas esperadas só foram 10%, e foi triste saber que o evangelho genuíno não foi pregado, mas isso já era de se esperar.

O que foi divulgado pelos astros go$pel foi aquele falso evangelho que promete muitas coisas (vide o nome do festival), mas que não cobra ninguém.. Não é o evangelho que prega o "negar-se a si mesmo" ou o "carregar a cruz", e sim aquele das "bênçãos com sabor de mel". Um lixo!!

Teve até o Malafaia aproveitando a boquinha pra fazer propaganda do seu material (e descaradamente dizer que foi Deus que abriu as portas da Globo pra eles pra não entrar em contradição com seus tantos comentários contra essa rede).

Enfim, sobre esse Festival já houve muita discussão, então quero atentar para esse último acontecimento envolvendo o grupo Diante do Trono.
Como eu citei no começo, o apresentador chamou o grupo de "atração gospel", e abertamente falou do sincretismo ideológico do programa. E qual foi a reação da pastora (...) ?? Agradecer pelo convite...

Sim, ela não recusou o título de "atração gospel" e pra piorar agradeceu por ser só mais um dos "ingredientes" nesse caldeirão. Não deve ter ligado de saber que logo após o grupo se apresentar foi a vez dos funkeiros.

Leitor(a), você enxerga algum problema nisso tudo ou ainda acha que "vale a pena"??

Deixa eu ressaltar mais uma vez o comentário do apresentador durante o programa:
"Desta vez, temos o sagrado e o profano, a babel das religiões, passando pelo funk carioca, o axé da Bahia e as atrações evangélicas".
Se você é cristã(o) é acha normal essa mistura escancarada entre sagrado e profano, leia cuidadosamente esse texto aqui:
Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?
Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?
Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: "Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo".
Portanto, "saiam do meio deles e separem-se", diz o Senhor. "Não toquem em coisas impuras, e eu os receberei"
"e lhes serei Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas", diz o Senhor Todo-poderoso.
(2 Coríntios 6:14-18)
Historicamente temos um exemplo do dano desse sincretismo, bastando nos lembrarmos das conseqüências do ato de Constantino de tentar instaurar o cristianismo no Império Romano forçosamente.. Ali as práticas pagãs se misturaram contraditoriamente às doutrinas cristãs e eis o resultado: Igreja Católica Apostólica Romana, havendo futuramente a necessidade da Reforma Protestante para corrigir tantas heresias.

Porém, o que essa "atração go$pel" fez ao admitir participar dessa miscelânea foi simplesmente menosprezar o poder de Deus e negar as instruções que foram deixadas a nós cristãos.. Ao se tornarem uma fonte de renda no mercado go$pel para uma rede que não hesita em denegrir a imagem do evangelho, o grupo está traindo a crença que diz professar.

A pastora (...) teve a chance de dizer ao apresentador do programa que o evangelho é contrário a muitas das práticas que a rede divulga e de pregar sobre a exclusividade de Jesus na salvação humana, mas ela preferiu agradecer por ser uma parte da "torre de babel religiosa".

Ela se satisfez em fazer o público cantar e dançar as músicas, achando que isso é grande coisa, como se ao fazer isso as pessoas estivessem agradando a Deus.. E é pastora (...)

Pra dar o toque final à "torre de babel religiosa", o apresentador colocou no mar um barquinho com oferendas a Iemanjá, e aí eu me pergunto qual teria sido a reação da pastora (...) e atração gospel, já que tempos atrás ela disse ter tido uma visão onde Deus dizia: "as praias são minhas! As praias são minhas!" e que por isso mesmo ela lançou o super Cruzeiro Diante do Trono, para consagrar as águas ao Senhor.

Será que enquanto pastora (...) ela não deveria ter advertido o apresentador sobre esse ato supersticioso?? Ou será que o negócio é continuar mendigando espaço na rede que há anos ataca os valores cristãos.

Mendigando não, isso é o que ela dá a entender no texto sobre A Rede Globo, a Babilônia e a Pérsia, mas sendo ela uma funcionária da rede toda essa história perde o sentido..
Creio que em breve eu faça um artigo especificamente sobre esse "texto-muleta" que ela divulgou, mas que não se encaixa no contexto atual.

Enfim, se você é cristão e se indignou com tudo isso, continue assim!! Não tome a forma desse mundo (Romanos 12:2), tenha paciência e ore para que Deus abra os olhos desse povo evangélico enganado e alienado.

Se você é um(a) dos que acha que "o importante é que o evangelho está sendo pregado", eu te digo que esse evangelho fajuto deve ser considerado maldito (Gálatas 1:8-9) e certamente esses que o estão espalhando serão julgados por isso.

Um "evangelho" que não prega arrependimento e não aponta os pecados como condenáveis pode ser qualquer coisa menos cristianismo.

Por fim, se você é parte daqueles que fingem não ligar pra isso, preferindo ignorar esse caos fruto da ganância (ou ignorância) e apostasia dos "astros go$pel", eu só posso lamentar.. Você é aquele(a) que é chamado de "morno" em Apocalipse 3:16, alguém que se conforma a esse mundo perdido e não faz diferença enquanto cristã(o).. Repense seu cristianismo!!

Pra terminar, um brinde à falta de compromisso para com o evangelho verdadeiro, daqueles que manipulam a massa de manobra evangélica ignorante e/ou omissa!!!

Todos os evangélicos sincretistas estão convidados a participar dessa festa e celebrar as migalhas concedidas pela rede que é tida como a "toda-poderosa", e que agora pretende se aproveitar dessa parceria para aumentar mais ainda essa "soberania".

Tudo isso e todos esses são parte de algo que já foi anunciado há milênios:

"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos."
(Mateus 24:24)

Que Deus nos ajude!!

Fonte: [ Barrabas-livre ]
Via: [
Ministério Batista Bereia ]
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A confiabilidade dos Evangelhos !!

sábado, 31 de dezembro de 2011


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Podemos citar três razões que demonstram a confiabilidade da narrativa dos evangelhos:
Razão nº1: Os evangelhos foram escritos num período próximo aos eventos narrados. Isso é muito importante porque indica que os evangelhos foram escritos por testemunhas oculares e pessoas próximas às diversas testemunhas oculares. O fato de as testemunhas oculares estarem vivas no tempo em que os evangelhos foram escritos é crucial porque elas poderiam desmentir qualquer informação mentirosa.
Há muitas evidências que demonstram que os evangelhos foram escritos cedo. Há evidências internas, como por exemplo: o livro de Atos termina bruscamente com Paulo esperando seu julgamento (At 28.31) o que indica que Lucas, o autor, terminou o livro naquele período. Sabe-se que Paulo foi martirizado entre 63 e 64 d.C. Sabe-se também que o livro de Atos foi escrito por Lucas depois de seu evangelho (At 1.1). Logo, o evangelho de Lucas foi escrito no máximo, apenas trinta anos após o ministério de Jesus.
Outro exemplo de evidência interna é a ausência de qualquer referência no Novo Testamento da destruição de Jerusalém em 70 d.C. Isso claramente aponta o fato de que todos os livros no Novo Testamento foram escritos em data anterior a 70 d.C. É notável o fato de que Jesus profetizou que Jerusalém seria destruída (Mc 13.1-4,14,30). E Jerusalém foi realmente destruída no ano 70 d.C. assim como Jesus profetizou. Sem dúvida os autores do Novo Testamento, que estavam preocupados em provar que Jesus é o Filho de Deus, teriam citado o cumprimento dessa profecia para apoiar sua argumentação.
Há também evidências relacionadas aos papiros com fragmentos do Novo Testamento que sobreviveram até nossos dias. O papiro conhecido como Chester Beatty é datado de 200-250 d.C.; o papiro Bodmer II de 200 d.C.; o papiro Early Chrisitian de 150 d.C.; e o papiro John Rylands MSS de 130 d.C. Esses papiros comprovam que os evangelhos foram escritos em data próxima aos eventos narrados.
Há evidências relacionadas aos escritos patrísticos. Por exemplo, a epístola de Policarpo aos filipenses foi escrita em 120 d.C., as cartas de Inácio em 115 d.C. e a epístola de Clemente aos coríntios em 95 d.C. Todos esses escritos contém inúmeras citações dos evangelhos e demais textos do Novo Testamento.
Portanto, se concluí que os evangelhos passam do teste mais ácido de todos os escritos da Antiguidade. Os evangelhos foram escritos na mesma geração que viu os eventos narrados. O fato dessa geração ter preservado os evangelhos para as gerações posteriores indica o fato de que não houve nenhuma distorção ou fraude na narrativa dos eventos.
Razão nº2: Os eventos narrados nos evangelhos são solidamente apoiados pelas descobertas históricas e arqueológicas. A arqueologia comprova a historicidade de eventos, pessoas e lugares descritos nos evangelhos. Por exemplo: Em Lucas 2.1-3 está escrito que foi realizado um censo no período em que Quirino era governador da Síria. Sabe-se hoje que os romanos realizavam um censo a cada 14 anos e que esses censos tiveram início com César Augusto. Inscrições encontradas em Antioquia confirmam que Quirino iniciou seu governo em 7 a.C. Em Lucas 3.1 é citado um governador chamado Lisânias. Foi encontrada uma inscrição próximo à cidade de Damasco que comprova a existência dele. Em João 19.13 é mencionado um pavimento de pedra, chamado Gábata, localizado no palácio de Pilatos. O arqueólogo William Albright comprovou que esse pavimento existiu, foi destruído em 70 d.C. e reconstruído pelo governador Adriano. Esses são apenas alguns exemplos das descobertas arqueológicas que comprovam a historicidade dos eventos narrados nos evangelhos.
Razão nº3: Os evangelhos não foram alterados com o passar dos séculos. Esse fato é comprovado por evidências maciças. Primeiro, há cerca de 4.000 manuscritos completos do Novo Testamento em grego espalhados pelos museus do mundo, e cerca de 13.000 manuscritos com fragmentos do Novo Testamento. É uma diferença monumental se comparado com outras obras da Antiguidade: há apenas dez manuscritos de Guerras Gálicas de Júlio César, dois manuscritos de Anais de Tácito, e sete manuscritos gregos das obras de Platão.
Segundo, os manuscritos do Novo Testamento foram encontrados em diversas localidades como Egito, Síria, Turquia, Itália, Grécia e Palestina.
Terceiro, os manuscritos do Novo Testamento que sobreviveram aos nossos dias foram escritos transcritos próximos aos manuscritos originais escritos pelos próprios autores. Há papiros com fragmentos do Novo Testamento que datam de 50 a 100 anos após a escrita dos originais. Há manuscritos completos que datam de 400 anos após a escrita dos originais (por exemplo: Codex Sinaiticus, Codex Alexandrino, Codex Vaticanus). Há uma diferenaça descomunal aos outros escritos da Antiguidade. Por exemplo: o manuscrito mais antigo que temos da História de Tucídes, é de 1300 anos após o original; História de Heródoto de 1350 anos; Guerras Gálicas de Júlio César de 950 anos; História de Tácito de 750 anos; Anais de Tácito de 950 anos. Entre os milhares de manuscritos do Novo Testamento que possuímos hoje, há diferenças mínimas, que são apontadas em notas de rodapé nas traduções modernas. Essas diferenças mínimas em nada alteram a doutrina cristã e podem ser superadas através da análise do que diz a maioria dos manuscritos.
A conclusão a que os estudiosos chegam é que nenhum outro documento da Antiguidade é tão confiável como os evangelhos e os demais livros do Novo Testamento.

Por Davi Lago
Fonte: [ NAPEC ]
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Os Porcos estão na Sala...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011



 


Minha mãe contou para mim uma historinha muito bacana de sua infância. Quando era pequena o seu pai possuía uma porca que deu a luz a uma manada de porquinhos. Ela logo se afeiçoou a um dos porquinhos que havia nascido. Então com a permissão de seu pai adotou o porquinho, e passou a dedicar a ele uma série de cuidados. O lavou, alimentou, fez uma caminha para ele, e resolveu criá-lo dentro da residência dos pais. Depois de um tempo cuidando o porquinho em um ambiente limpo, resolveu sair para rua para passear com seu porquinho de estimação. Assim que o porquinho viu a porta da casa se abrir, enlouquecidamente fugiu em disparada. Minha mãe desesperada corria atrás do porquinho na esperança de resgatá-lo, acabou perdendo-o de vista. Até que depois de um tempo procurando, ouviu barulhos que vinham de trás da estrebaria das vacas. Ao se aproximar para seu escândalo encontrou o seu adorável porquinho rolando e se lavando no esterco que escorria do recanto da estrebaria... 

Existem pessoas que por muito tempo viveram e foram condicionadas ao cabresto, praticando toda sorte de radicalismos religiosos, penitências, praticas extravagantes etc. Mas na primeira oportunidade que lhes é proposta de se sentirem livres para as decisões da vida, correm rapidamente para se lavar no esterco... Pois no fundo, em suas naturezas, sempre foram porcos... Na verdade, existem problemas que são provenientes da religião, mas existem problemas que nem a religião pode conter ou a liberdade pode curar...

Leandro Barbosa
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4 Razões porque eu não assisti o festival Promessas da Rede Globo!!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011


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"Aleluia! Chegamos lá! Que Bênção, o Brasil todo está vendo a música gospel na tela da Globo. Aha, Uhu, a Globo é nossa!

Pois é, essas são algumas frases que recebi de irmãos em Cristo sobre o Festival Promessas, promovido pela Rede Globo de Televisão. Ao contrário destes e de milhares de evangélicos deste país, eu não vejo esse evento com bons olhos. Na verdade, a impressão que tenho sobre este festival é a pior possível.

Ora, vamos combinar uma coisa? É ingenuidade da nossa parte achar que a Vênus Platinada, resolveu alegremente privilegiar a música evangélica brasileira, não é verdade? É claro que os interesses globais estão bem além dos ritmos e melodias entoadas pelos cantores evangélicos tupiniquins.

Isto posto enumero dentre muitas, pelo menos 04 razões pelas quais eu não assisti o Festival promessas:

1- A motivação da Rede Globo de televisão é exclusivamente financeira. É sabido que os evangélicos são os que menos pirateiam CDS e DVDS. Um publico deste tipo é interessantíssimo, o que contribui para o desejo platinado de adentrar em um mercado tão promissor.

2- A briga com a Record. A Globo nitidamente resolveu polarizar com a Rede Record tentando trazer para o seu lado milhões de evangélicos decepcionados com a TV de Edir Macedo. Na verdade, o objetivo final da emissora carioca é audiência, dinheiro e novos negócios além é claro de esvaziar a audiência da concorrente.

3- O famigerado show business evangélico. Os shows evangélicos afrontam o nome de Deus. Em nome de um cristianismo tosco, cantores comercializam a fé fazendo da adoração ao Senhor um grande e bom negócio.

4- A industria do entretenimento gospel. Em nenhum momento nós vemos nas Escrituras qualquer tipo de mandamento ou instrução por parte do Senhor de que a Igreja deveria promover entretenimento. A igreja foi chamada para glorificar a Cristo e pregar o Evangelho da Salvação Eterna. Ao fazer de Deus seu instrumento de lazer e descontração, a igreja peca contra o sétimo mandamento tomando o nome do Senhor em vão.

Pense nisso!

Por: Renato Vargens
Fonte: [ Blog do autor ]

Concordo com o Pr. Renato Vargens e assino embaixo. Eu na verdade fui conferir o video compacto deste festival para investigar o que ocorreu. Resultado: uma vergonha!!!

Os únicos que ganharam com este festival "antropocêntrico" foi a Globo e os próprios "cantores profissionais". Imaginem que este festival custou aos cofres públicos o valor de R$2,9 milhões (veja aqui). Ora, não precisa ser expert em organização de eventos para saber que um show desse porte não custa somente isso! Existem sim valores não divulgados provindos de patrocínios e também da própria Globo, além de outras fontes de lucros não declarados. Imaginem para quem vai grande parte desta verba como cachê...

Sem falar nos "artistas" contratados para participar do evento. O que existe de mais pobre no contexto teologico em musicalidade estão expressos nas letras destas músicas apresentadas. As mesmas contém muitos, mas muitos erros teológicos, alguns deles gravíssimos, sem falar no antropocentrismo das músicas e nos comportamentos dos artistas e seus seguidores.

Não consegui assistir até o final para chegar a conclusão, repito novamente: uma vergonha!
"Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com entendimento". 1 Co 14:15
Ruy Marinho


Comentário Shalom:

De fato, isto é uma vergonha!!! A igreja tem se tranformado cada vez mais, em um circo de palhaços e um publico que cada vez aumenta mais, e deixou ser um lugar de adoração e entrega para ser um lugar de entreterimento e descontração, e no mesmo saco não podemos esquecer da "Marcha para Jesus", as famosas campanhas de properidade e afins. Mais o pior de tudo isso é que muitos  de nossos amigos cristãos se tem deixado levar por esses enganos e ainda pensam que esta tudo certo e que Deus esta no negocio, as vezes trocam um culto de oração a Deus para ficarem fazendo caravanas e aplaudirem esse culto antropocentrico!


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Silas, René, Valnice. Todos juntos ao lado da "visão celular

terça-feira, 13 de dezembro de 2011





Nesse último final de semana em Brasília (17 a 19/07/08), durante o Congresso Passando o Manto, com líderes da Visão celular como: Apóstolo René Terra Nova, Apóstola Valnice Milhomens e Profeta Dr.Morris Cerullo e Rev. Dr. Mike Murdock, entre outros, o pastor assembleiano Silas Malafaia, que dizia nunca dividir o mesmo altar com gedozistas, mas que junto com nossos pais apostólicos em tudo quanto é congresso da Visão, sobe o mesmo altar mais uma vez e pediu em público diante de uma tremenda e apostólica multidão, PERDÃO a Apóstola Valnice Milhomens, pelas ofensas, agressões verbais e calúnias que liberou durantes muitos anos a Ap. Valnice, por causa da Visão.Após essa atitude mais que devida, a multidão liberou brados extravagantes e muitas lágrimas e línguas diante dessa tão maravilhosa e dígna atitude. Sem esquecer que no mesmo dia, Silas abraçou reconciliando-se com os ministros do Min. Trazendo a Arca (ex-Toque no Altar), a quem Silas Malafaia havia ofendido sem direito de resposta em uma de suas pregações-políticas em uma determinada denominação.Fala tanto que se perde, e tem que constantemente estar se retratando, em público por suas atitudes e conceitos pré-elaborados, que muitas vezes pode levar a "Forca" pessoas inocentes, como no caso do Povo da Visão Celular, que quase foi massacrado devido seus (nossos) ideais, por "crentes" sem nenhum conhecimento do Reino.
Hoje Silas está mais envolvido com a Visão do que muitos discípulos, isso sem esquecer do perdão que ele pediu ao Apóstolo René em um encontro de pastores nos EUA.
Silas como sempre, muda de idéias e de conceitos facilmente como quem muda de roupa. Antes era contra a doutrina da prosperidade e hoje vive elogiando o Profeta Morris Cerullo e o Rev. Mike Murdock; vivia condenando a doutrina do G12 e hoje vive nos elogiando e pegando carona em nossos congressos.
E nossos apóstolos René e Valnice, pais e verdadeiros Profetas de YHWH, que mais uma vez vêem se cumprir mais uma de suas profecias:
"Todos aqueles que nos afrontaram e caluniaram irão em breve se reder a Visão celular no Modelo dos 12, em nome de Yeshua!"Fonte: [ http://diariodeumprofeta.blogspot.com/2008/07/mais-uma-de-silas-malafaiae-de-yhwh.html ]
Depois deste texto acima, digno do "povo apostólico gedozista", para quem ainda tinha dúvidas, aí está mais uma "testemunha apostólica" relatando o ocorrido na conferência "Passando o Manto" em Brasília, que aconteceu ano passado, quando o Pr. Silas Malafaia esteve presente em sua primeira participação em congresso juntamente com o pessoal do G12 no Brasil.O interessante é a profetada em que os "pais e verdadeiros profetas de YHWH"(segundo o povo apostólico), Sr. René e Srª. Valnice, "profetizaram" a respeito daqueles que se opõem à visão celular no modelo dos 12. Parece que a "profetada" se cumpriu em Silas, ou o mesmo resolveu "cumpri-la" em si próprio... Pela lógica, fico com a segunda opção.!
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Prece!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011



Meu Deus,
Cheguei onde cheguei com uma mochila nas costas. Trago momentos bons; e em todos algum pranto. Somo esses momentos e descubro que estou perto de me ver expulso de uma zona de conforto. Julguei maus aqueles que despedaçaram o aquário onde eu me sentia acolhido. Mas, graças a eles, aprendo a nadar no rio selvagem – obrigado a desviar de pedras. Não posso despencar em cascatas.

Não azedei. Não guardo rancor de gente cheia de ira, que me estapeou em nome de ideias. Do fosso da solidão, passei a despir dos andrajos das pretensões grandiosas. Em minha tristeza, notei também o teu jeito delicado quando pinçaste as cicatrizes ainda abertas.

De tudo, sobrou um pedido: Ensina-me a contar os dias que ainda não existem – e que nem sei se viverei. Por enquanto, preciso de ajuda, quero tirar do alforje que carrego nas costas, coisas boas e ruins, o material de minha esperança.



Soli Deo Gloria






Ricardo Gondim



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1 A Igreja precisa manter-se simples

terça-feira, 29 de novembro de 2011


 

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E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. 44 Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. 45 Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. 46 Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. Atos 2.42-47

Ao afirmarmos que a Igreja mantinha-se simples não estamos dizendo que a igreja primitiva era uma igreja pobre, ou uma igreja não sofisticada, mas uma igreja que vivia em conformidade com a essência da fé cristã. Note que existem seis declarações nesse versículo que expressam as atividades da Igreja Primitiva:

Doutrina dos Apóstolos

O primeiro ponto a ser ressaltado é a Doutrina dos Apóstolos. O que Lucas quer dizer com “perseveravam na doutrina dos apóstolos” é que a Igreja Primitiva mantinha-se firmada na instrução dos apóstolos. A idéia expressa pelo verbete “perseverar” é dar constante atenção a alguma coisa. Ou seja, a Igreja Primitiva mantinha-se constantemente alicerçada pelo ensino apostólico.

É importante ressaltar que até este ponto da história a doutrina da igreja primitiva podia ser resumida pelo v.36 do mesmo capítulo: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”. Contudo, é digno de nota que todos os apóstolos tinham sido instruídos por Cristo, e por certo podiam repassar aquilo que haviam aprendido. Aliás, a expressão grega referente a “doutrina dos apóstolos” sugere que tal instrução seja procedente dos apóstolos. Ou seja, o ensino da igreja é mantido por aqueles que tem autoridade e capacidade para tal tarefa.

Comunhão

Lucas não poderia estar equivocado quando utilizou o vocábulo “comunhão” quando se referiu à Igreja Primitiva. A descrição subseqüente, esplanada no tópico sobre unidade da igreja, expõe de forma muito clara as considerações dessa igreja. Assim, deve-se ressaltar que os primeiros cristãos “eram perseverantes (…) na comunhão”. E como foi anteriormente ressaltado, isso implica em dizer que eles eram fundamentados na experiência comum do corpo. Assim, como os outros pontos ressaltados por Lucas, a comunhão era essência da vitalidade da Igreja.

Partir do Pão

A expressão “partir do pão” não diz respeito a uma refeição típica da época, e que os cristãos mantinham-se comendo apenas pão, mas a expressão diz respeito à prática da Ceia do Senhor. O termo grego equivalente a partir em português é apenas utilizado no NT em referência à ceia. Alias. É digno de nota que o termo (the klasei tou artou) é apenas utilizado duas vezes no NT, ambas feitas por Lucas, e é de uso restrito à ceia. O uso da expressão é quase que um pleonasmo, visto que klasei (partir) só é aplicado a artou (pão). Segue-se que, com absoluta certeza, a igreja primitiva mantinha-se firmada constantemente no memorial da morte de Cristo.

Orações

As orações tinham um papel fundamental na vida da Igreja Primitiva. Isso pode ser claramente percebido pelo relado deixado por Lucas, que diversas vezes considera as orações dos primeiros cristãos. Em Atos podemos ver que a oração foi a atitude dos cristãos diante das decisões a serem tomadas (1.14), a atitude da liderança da igreja em situação de crescimento (6.4) e a prática da igreja quando estava em situação de perigo e perseguição (12.5).

Louvor

Esta é uma das poucas referências encontradas em Atos que descreve essa atitude dos cristãos. Isso, no entanto, não quer dizer que os primeiros cristãos não adoravam a Deus, mas que suas reuniões estavam mais voltadas para a instrução, a oração e a comunhão. Contudo, devemos notar que todos os outros fatos ocorriam enquanto os cristãos louvavam a Deus . Ou seja, embora sejam poucas as referências era uma atividade que estava intimamente ligada a expressão de adoração da igreja. Entretanto, não podemos afirmar com certeza se isso acontecia por meio da música, embora possa ser muito bem expressa por ela.

Evangelismo

No mesmo versículo podemos perceber, ainda que um pouco escondido, a atividade evangelizadora da Igreja Primitiva. Note: “e dia-a-dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos”. Por mais que a atividade esteja centralizada na atividade divina na salvação, sabe-se que “aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co.1.21). Portanto, não se pode negar que o evangelismo era parte integral da vida da igreja primitiva, sendo que isto acontecia diariamente. Segue-se, então, que a proclamação da verdade, o kerigma na Igreja Primitiva era parte essencial da vitalidade da Igreja de Cristo, assim como todos os elementos já mencionados.

A conclusão que devemos chegar aqui é que estes quatro elementos são essenciais na prática e na experiência da Igreja de Cristo. Portanto, a igreja local que não viabiliza a execução desses pontos não pode ser considerada uma igreja saudável.

Fonte: [ NAPEC - Apologética Cristã ]
Via: [
Ministério Batista Beréia ]
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Vivemos o evangelho do "ser" ou do "ter"?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

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O bem estar da civilização ocidental, infelizmente, é medido pelo sucesso profissional, que por sua vez obedece aos padrões culturais baseados na felicidade a qualquer custo. Não resta dúvida de que necessitamos do TER para que possamos sobreviver condignamente, porém, o grande X do problema, é que nossa sociedade nos impõe o TER como um fim em si mesmo. É quando se diz: “Aquele ali sim, vale dez milhões de dólares”.

É logo cedo, como tenra criança, que aprendemos a colocar o TER no topo de nossos maiores anseios. Quem de nós quando criança não ouviu a célebre frase: “Se você se comportar bem vou lhe dar um grande presente!” É justamente nessa época que é plantada a semente do TER no psiquismo infantil ainda em formação.

Apesar dos grandes mestres do passado terem ensinado que não devemos nos guiar pelo instinto de posse, o anseio do Ter continua no centro de nossas idealizações.

Os Evangelhos estão repletos de inúmeros ensinamentos valorizando o SER e não o TER. É célebre a frase dita por Cristo: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo e perder a sua vida”. O próprio Marx num rasgo de humanismo falou: “O nosso ideal deve consistir em SER muito e não TER muito”. Buda certa vez disse: “Para chegarmos ao mais elevado estágio do desenvolvimento humano, não devemos ansiar pelas posses. Erich Fromm, escreveu a seguinte fórmula: “eu sou = o que tenho e o que consumo”. O Mestre Judeu Martin Buber, autor do antológico “Eu e Tu” disse também, à respeito do TER: “Aquele que só conhece o mundo como algo que se utiliza, vai conhecer a Deus do mesmo modo”.

Desde os pré-socráticos, passando por Heráclito e Hegel já se falava na idéia do SER, como algo que implicava transformação, em contraste com a monotonia das relações sociais e religiosas baseadas no “é dando que se recebe” ─ como um fim em si mesmo.

Infelizmente, o cristianismo gospel tem enveredado pelo caminho comercial do TER, onde a maior bênção divina é a prosperidade econômica. As seitas da prosperidade crescem em progressão geométrica, valendo-se de uma espécie de deturpação grosseira dos pressupostos judaicos do Velho Testamento. Para validar a teoria do TER, usam como carro-chefe, a grande promessa que Deus fez a Abraão, de que ele iria possuir a terra que manava leite e mel: “A tua descendência, dei esta terra, desde o rio Egito até o grande rio Eufrates” (Gêneses 15: 18).

O crente Gospel da prosperidade que se guia pelo TER, parece mais uma eterna criança de peito, berrando pela mamadeira. É aquela pessoa que não quer crescer para ficar sempre dependendo do leite, quando no dizer do apóstolo Paulo: “...pelo tempo de crente, já deveria ingerir alimentos sólidos”. (Hebreus 5: 12).

A teologia da prosperidade terrena não resiste a essa simples reflexão: O herói da prosperidade é aquele sujeito conquistador, sempre vitorioso, cheio de poder, de fama e de louros, aquele que tudo pode e nada sofre. Já o autêntico herói cristão é totalmente o avesso do primeiro: é aquele cuja maior satisfação é dar a vida a Deus e em prol do seu semelhante, sem pensar em recompensa, porque aquilo que se faz pensando em receber algo em troca, se constitui a própria negação do amor. Cristo foi um herói que não teve onde repousar a cabeça. Um herói que não empregou a força. Um herói que não queria governar nem possuir coisa alguma, tendo por isso, atraído os pobres e não os ricos. Um herói que ao observar profundamente o mundo fútil do TER, disse: “É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus” (Mateus 19: 24).

Se fizermos uma leitura da Bíblia fora do seu contexto e de um modo literal, sem levar em conta o simbolismo de suas inúmeras figuras de linguagem, corremos o risco de pensar que lá na eternidade seremos regidos pelo modo TER, que no fundo no fundo, não deixa de ser a nefasta teologia da prosperidade levada às últimas conseqüências. Em outras palavras, é o mesmo que dizer: “Aqui na terra eu não tenho uma luxuosíssima mansão como a de muitos ministros da prosperidade, mas lá no Céu, um dia, eu poderei dizer afinal: agora sim, “eu tenho”(*) uma muito mais rica do que a deles”. Pergunto eu: “Ter para mostrar a quem?”

Sinto tristeza ao ver “o utilitário religioso” transformando o nome de Deus, irremediavelmente, num “ISSO” ou “AQUILO”, como se Ele fosse um objeto nobre entre os demais objetos.

Qual a opção que a Instituição religiosa no modo TER oferece, senão esta: “Observar estritamente as suas regras ou se retirar. Não esquecendo uma terceira opção, que seria a de fingir que é um de seus membros, tentando servir a dois senhores.

(*) A forma “eu tenho” ─ no hebraico, significa desejo possessivo ou egoístico, podendo ser substituído por: “é só para mim”.

Ensaio por Levi B. Santos
Fonte: [ Ensaios & Prosas ]
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